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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O que acabei de ler: Ciranda de Pedra


Sempre que decido fazer a resenha de algum livro que acabei de ler demoro muuuuito tempo. Isso porque, apesar de ser uma devoradora de livros, sou péssima a fazer resumos. Nunca sei ao certo o que dizer e o que deixar de fora, como explicar porque tal livro me marcou tanto. Por isso gosto tanto das resenhas da Aline, ela escreve MUITO bem!

Então não estranhem se a resenha deste livro não for nada de especial, tá? Só a faço porque realmente gostei muito do livro e quero compartilhar convosco. 

A primeira vez que ouvi falar da história foi, infelizmente, quando deu a novela, há uns 3 anos. Digo infelizmente porque, apesar de não ter seguido muito a novela (achei muito chata), ao ler o livro apercebi-me de que não tinha NADA a ver com o livro. Mudaram muito a história central, o perfil dos personagens, o final, ou seja, estragaram tudo!

Citando o resumo que vem no livro, "na magnífica casa de Natércio, que Virgínia visita semanalmente, há num recanto frondoso do jardim, uma fonte dentro de uma roda formada por cinco anões de pedra. Ela efabula que essas cinco figuras são as suas irmãs, Bruna e Otávia e os amigos Afonso, Letícia e Conrado. Porém, Virgínia sente o peso da rejeição junto dessa família idealizada. Por isso, ao descobrir quem é o seu verdadeiro pai, após a morte trágica de Laura e Daniel, pede a Natércio que a deixe estudar em regime de internato. Voltará quase adulta para finalmente descobrir o que se oculta por detrás do mito familiar que cristalizou na imagem da ciranda dos anões de pedra."


Apesar de ser uma história muito diferente daquelas que costumo ler, gostei bastante. A narrativa é directa, simples, sem enrolação. A autora descreve os personagens de uma maneira, digamos, crua, sem floreados. Mesmo tendo uma história de amor no meio, não é um livro romântico como estou habituada. A história é, e não sei se não estarei a exagerar, crua, diria até dura.

Gostei bastante por isso mesmo, por ser algo que não estava nada à espera.

Alguém já leu? O que acharam?

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

On the Mov(i)e e O que acabei de ler: The Help


O livro
Passado em Jackson, Mississipi, Estados Unidos da América, no início dos anos 60 e em plena segregação racial, The Help é contado a 3 vozes: Aibileen, Minny e Skeeter. Aibileen é uma empregada doméstica negra que trabalha numa casa onde a sua principal função é cuidar de Mae Mobley, uma menina rechonchuda de 2 anos. Teve um filho que morreu num acidente de trabalho, aos 24 anos. Minny é a melhor amiga de Aibillen, uma mulher dada a confrontos e que, muitas vezes, diz aos seus empregadores o que pensa deles, o que já a fez perder 19 empregos. Eugenia "Skeeter" é filha de fazendeiros de algodão, que empregam um grande número de negros tanto nos campos como em casa. Acabou de voltar da universidade e sonha em ser uma grande escritora. A mãe quer que ela case e tenha filhos, mas ela está mais interessada em saber o que aconteceu com Constantine, a empregada negra que a criou desde sempre e que desapareceu. Querendo saber o que aconteceu com Constantine e nada satisfeita com as histórias que os pais lhe contam, Skeeter começa a aperceber-se da maneira diferente como as empregadas das suas amigas são tratadas. Decide então escrever um livro sobre como é ser uma empregada doméstica negra a trabalhar em casa de brancos, na perspectiva das próprias empregadas. Depois de muito esforço, consegue convencer Aibileen e Minny...e assim começa a história!

Não vou contar muito mais porque acho que depois perde a piada para quem vai ler o livro. Gostei bastante, há imenso tempo que não devorava um livro. As histórias que vão sendo contadas são tristes, dolorosas, algumas felizes e dão conta de como era a situação entre brancos e negros naquela altura. 
O que mais gostei no livro, o que mais me comoveu, foi a relação entre Aibileen e Mae Mobley, a menina de quem ela cuida. Desprezada pela mãe por ser gordinha e não muito bonita, Mae Mobley agarra-se muito a Aibileen, numa relação amorosa e comovente. 

Adorei o livro e a maneira como foi escrito. Recomendo bastante!

O filme 
Claro que não aguentei esperar e, mal terminei o livro, fui ver o filme. Há rumores de que está bastante cotado para os óscars. E eu percebo muito bem porquê! 


Excelente escolha de elenco (Viola Davis, Bryce Dallas Howard, Octavia Spencer, Sissy Spacek), óptima interpretação, caracterização perfeita (Emma Stone e Jessica Chastain) e um roteiro bastante fiel ao livro. Apesar de achar que o filme ficou comprido demais (tem 2h20), focou os aspectos mais importantes do filme e deixou de lado o que não fazia falta. 


Uma coisa que me incomodou um pouco (mas que sei é quase impossível não acontecer) foi o facto de algumas partes terem sido um pouco modificadas. Partes que eu achava importante terem sido contadas como no livro. Mas também gostei da maneira como outras foram alteradas, principalmente uma das partes finais, do confronto entre Aibileen e Hilly, a vilã terrível da história.


Também não gostei muito de terem tirado algumas partes que eu achava super importantes. Mas isso é perfeitamente compreensível, senão o filme ia ter umas 4h.


Assim como no livro, a parte que mais me tocou foi a relação entre Mae Mobley e Aibileen. Apesar de terem cortado cenas muito importantes entre as duas, gostei bastante da química entre a menina e a empregada, muito carinhosas uma com a outra!

‎A minha parte preferida do filme e do livro:

Aibileen: I need you to remember everything I told you, ok? Remember what I told you? You is kind, you is smart, you is important!

Fontes: Google, IMDB e Wikipedia

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O que acabei de ler: O Símbolo Perdido


Resumo na contracapa: Washington, D.C.: Robert Langdon, simbologista de Harvard, é convidado à última hora para dar uma palestra no Capitólio. Contudo, pouco depois da sua chegada, é descoberto no centro da Rotunda um estranho objecto com cinco símbolos bizarros. Robert Langdon reconhece-o: trata-se de um convite ancestral para um mundo perdido de saberes esotéricos e ocultos. Quando Peter Solomon, eminente maçom e filantropo, é brutalmente raptado, Langdon compreende que só poderá salvar o seu mentor se aceitar o misterioso apelo. Vê-se rapidamente arrastado para aquilo que se encontra por detrás das fachadas da cidade mais poderosa da América: câmaras ocultas, tempos e túneis. Tudo o que lhe era familiar se transforma num mundo sombrio e clandestino, habilmente escondido, onde segredos e revelações da Maçonaria o conduzem a uma única verdade, impossível e inconcebível (...).

O livro fala, basicamente, da história da Maçonaria, e dos seus vários símbolos ocultos, bem como dos fundadores da nação americana envolvidos com a irmandade, que nós tão bem conhecemos pela sua importância na História. Quem gostou dos livros anteriores (O Código Da Vinci e Anjos e Demónios) vai, com certeza, gostar deste também. Ele tem todos os ingredientes que tornaram best sellers os anteriores: muita acção, aulas de história que não acabam mais, mistérios, segredos antigos, descrições pormenorizadas de monumentos históricos, entre outros.

Apesar de ter umas histórias um pouco rebuscadas demais, eu gostei bastante do livro. Ele é empolgante q.b., com um enredo interessante, apesar de, por vezes, eu ter ficado perdida (mas posso só ser eu, que sou um pouco lenta nestas coisas!!).

Recomendo a leitura, vale a pena!

Imagem: Google

segunda-feira, 30 de maio de 2011

O que acabei de ler: The Younger Man


Hazel é uma mãe divorciada à beira dos 40 anos que terminou recentemente mais um relacionamento. Apesar da sua carreira como advogada especializada em divórcios não lhe mostrar exactamente o lado bom dos relacionamentos, continua com esperanças de encontrar um homem. Mas nada a prepara para encontrá-lo na forma do seu mais recente colega de trabalho. Joe é 10 anos mais novo que Hazel e está em processo de terminar uma relação de 12 anos, mas as faíscas entre os dois são impossíveis de negar. Apesar de Hazel dizer a si mesma que um relacionamento com um colega de trabalho, ainda por cima 10 anos mais novo, não ser uma boa ideia, não parece muito convencida. 

Já li os anteriores livros da autora e gostei, mas não são nada de especial. São histórias comuns, que já li em imensos livros, ou seja, não trazem novidade nenhuma. No entanto, gosto da maneira como ela escreve e apresenta os personagens. Neste livro, porém, fiquei com a sensação que os personagens eram um pouco vazios, o rumo da história de certo modo confuso, muito corrido e, para finalizar, não gostei muito do final que ela deu à personagem principal. 

É uma leitura agradável para quem não tem mais nada de interessante para ler, mas há melhores.

Imagem: Google

terça-feira, 10 de maio de 2011

O que acabei de ler: Girl Meets Ape


"Quando a Dr. Jennifer Niederhauser se torna chefe do projecto de chimpanzés  do Prowdes Animal Sanctuary, a jovem zoologista espera deixar a sua marca no mundo da conservação. Mas o centro está em ruínas, os chimpanzés incontroláveis e, no seu primeiro encontro com o chefe dos guardas Guy Gibson, Jennifer encontra-o nu e coberto de óleo de bebé. Ela decide nunca mais trabalhar com animais ou pessoas infantis outra vez. Mas a verdade é que o seu emprego está por um fio - Prowdes está com grandes problemas financeiros. A salvação aparece em forma de documentário televisivo. O santuário precisa do dinheiro e da exposição. Mas será que Jennifer precisa de ser exposta às falinhas mansas do apresentador do programa, o especialista em chimpanzés Dr. Timothy Lauder? O último macho alfa?


Há muito tempo que não me ria tanto com um livro. Girl Meets Ape conta uma história leve, despretensiosa, simples e super divertida. Com muita acção e romance no meio, daqueles romances, digamos, selvagens!

Li super rápido, não consegui poupar o livro, hehehe! Vale mesmo a pena, recomendo bastante!

Imagem: Google

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O que acabei de ler: Instruções para salvar o mundo, Rosa Montero


Mais um livro lido. Este ano até me estou a portar bem, a pilha de livros que tenho na minha mesinha-de-cabeceira está a diminuir a um bom ritmo.
Depois de ler vários livros seguidos em inglês, peguei neste que a minha mãe já me tinha falado há muito tempo, de uma autora espanhola que ela gosta bastante, Rosa Montero. Só o título do livro já é genial e dá muita vontade de ler. A história é apaixonante e como eu não sou muito boa a fazer resenhas, deixo-vos com um excerto do livro que penso que resume muito bem do que é que ele se trata:

"(...) Kammerer publicou um livro bastante curioso intitulado A Lei da Serialidade, onde expôs a sua teoria acerca das coincidências (...) o cientista queria demonstrar que as coincidências se dão em séries, que não são factos isolados e que esta percepção faz parte da sabedoria popular desde o princípio dos tempos."

Coincidências. O livro conta uma história cheia de coincidências, onde os personagens, à partida sem nenhuma relação entre si, se vão conhecendo, relacionando, interagindo e, desta maneira, mudando para sempre o rumo das suas vidas.
Leitura simples, fácil, cativante e fluida. Recomendo muito, é uma história linda!

Imagem: Google

segunda-feira, 14 de março de 2011

O que acabei de ler: Boy Meets Girl e The Guy Next Door


Já disse aqui, algures, que sou fã da Meg Cabot. Os livros dela são despretenciosos, fáceis de ler, as histórias são leves, divertidas, românticas q.b., as protagonistas são sempre reais, pé na terra, cheias de defeitos e com um sentido de humor fantástico. Os protagonistas também. Mas o que eu mais gosto é a maneira como ela conta a história, como ela escreve. Esqueçam os diálogos comuns e a descrição dos locais. Meg Cabot usa e-mails trocados pelos personagens, sms's, diários, notas em papéis soltos, mensagens de telefone, entre outros, para contar a história. O que torna a leitura super divertida e NADA chata!

O livro que eu comprei no ano passado, mas só agora li, é na verdade um 2 em 1. A capa é essa aí de cima mas, além de Boy Meets Girl, vem também com The Guy Next Door. As histórias são tão divertidas, que eu li o livro em menos de duas semanas. Não consegui parar de ler!

Boy Meets Girls conta a história de Kate, uma representante dos Recursos Humanos de um jornal, que é forçada pela sua chefe (aquela mulher do mal, Amy) a despedir a tão querida senhora das sobremesas, Ida, pelo simples facto dela se recusar a oferecer um pedaço de tarte ao seu namorado, Stuart. Apesar de não querer, ela acaba por fazê-lo e Ida resolve processar o jornal. Isto significa que Kate tem que falar com um advogado (o irmão do namorado da terrível chefe, Mitch), que é lindo de morrer! Aí tudo se complica...

The Guy Netx Door conta a história de Mel, colunista de um jornal, que está à beira de perder o emprego por estar sempre a chegar atrasada. Desta vez, porém, ela tem uma desculpa: acabou de salvar a sua vizinha de um acidente quase fatal, levou-a ao hospital e acabou por ficar com a "custódia" dos seus animais. Ela tem que, desesperadamente, encontrar o único familiar da sua vizinha e, quando finalmente o encontra, os problemas começam a sério! 

O engraçado é que as duas histórias se passam no mesmo ambiente, ou seja, o New York Journal, e alguns personagens aparecem em ambos, menos os protagonistas. Eu diverti-me imenso a ler os dois, ri-me bastante e não consegui pousá-los até terminar. É uma óptima leitura para aqueles dias em que não temos nada que fazer e apetece-nos ficar em casa, bem aconchegadinhas na óptima companhia de um livro!

Imagem: Google

quinta-feira, 10 de março de 2011

O que acabei de ler: The Last Song


Finalmente acabei de o ler! Comecei ainda no ano passado e a verdade é que, no meio dessa leitura, misturei outras, o que levou a que eu demorasse imenso a ler o livro.

Confesso que ao início não me entusiasmei muito com a história (acho que por imaginar a Miley Cyrus no papel da protagonista, argh!!), mas depois que me fui embrenhando na história, não consegui mais parar de ler. Gosto bastante do Nicholas Sparks. Sim, as histórias dele têm sempre o mesmo fio, são sempre romances quase impossíveis, muito emocionais, parar chorar horrores (oi The Notebook!!) e, em alguns casos, com finais trágicos. Mas são também histórias de amor incríveis, muito bem contadas, que nos levam a sonhar bem alto. Eu gosto bastante dele e já li todos os seus livros. Nunca me decepcionei.

Para quem não sabe, muitos dos seus livros foram transformados em filmes (uns óptimos, como The Notebook, e outros nem tanto, como Nights in Rodanthe), como Message in a Bottle, A Walk to Remember, Dear John (ainda não vi!) e este livro também, The Last Song (que também não vi e dizem que é uma bostinha!).

A história gira à volta de uma adolescente rebelde, Ronnie, filha de pais separados, que é "obrigada" a passar as férias com o pai, com quem não fala há 3 anos, numa cidadezinha pequena, à beira-mar. Determinada a voltar para Nova York e a não ceder às tentativas de reconciliação do pai (com quem tinha uma relação especial e nutria uma paixão pela música), logo conhece Will, por quem se apaixona e com quem vive experiências maravilhosas, que a fazem crescer e entender melhor as atitudes do pai. Mas claro que não é tudo lindo e maravilhoso, pois ela vai-se meter nalguns sarilhos, mas aí já seria contar demais! 

Para quem gosta de romances, este é um bom livro para se ler.

Imagem: Google

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O que acabei de ler: Eat, pray, Love e Mini Shopaholic

Eu tentei, gente. Eu juro que tentei!!! Sei que corro o risco de me baterem, mas não consegui ler o livro até ao fim. Estava bem empolgada quando o comprei, afinal toda a gente falava bem dele e até já ia sair um filme com a Julia Roberts...mas quanto mais eu lia mais chato o livro se tornava. No meio da leitura até o filme vi (gostei!) para ver se me empolgava, mas nada. Desisti a meio.

Não me levem a mal, mas o livro parece de auto-ajuda e eu não suporto esse tipo. Se calhar não me relacionei muito com as dúvidas existenciais dela por não ser religiosa, sei lá...a verdade é que achei o livro uma grandessíssima seca com S maiúsculo e nem sei quando terei pachorra para pegar nele e acabar de ler!

Para vocês terem uma ideia, enquanto tentava lê-lo, nas férias, comecei a ler outro e esse...ah, esse eu AMEI!


Quem não conhece a Becky Bloomwood, aquela tarada por compras que não consegue estar afastada de grandes confusões? Se nunca leram os livros da colecção, pelo menos devem ter ouvido falar ou visto o filme (aquela porcaria!), certo?

Pois é, a Becky é mãe de uma menina de 3 anos, e que menina! Não sei quem é pior, ela ou a filha, hehehe! Não vou contar a história do livro para não estragar, mas mais uma vez a Becky mete-se em grandes confusões, cada uma atrás da outra. E claro que a tara pelas compras continua, apesar de se estar em tempos de crise e dos seus esforços para se conter!

Eu AMEI o livro (que a Ju me ofereceu no Natal) e li para aí em uma semana. É viciante e super divertido, ri-me muito!

Recomendo a quem adorou os outros livros!

Imagens: Google

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Eu tentei...

...juro que tentei! Mas não consegui ler o livro da Clarice Lispector, Perto do Coração Selvagem. Acho que não escolhi bem o primeiro livro dela para ler. Desculpa Laura, mil desculpas! Alguém me sugere outro livro da autora?

E comecei a ler o  mundialmente conhecido Eat, Pray, Love. Vamos a ver se vale isso tudo que comentam por aí...

sábado, 19 de junho de 2010

O que acabei de ler: Rachel's Holiday e 31 Dream Street

E continua a minha saga pelos livros em inglês. A verdade é que o meu inglês melhorou imensamente, só de ler livros no original! No início custou um pouco, mas agora já leio na boa e é muito melhor ler as histórias no original, acreditem!

Os dois últimos livros que li foram muito bons e muito diferentes também. O primeiro foi Rachel's Holiday, da Marian Keys, e o segundo foi o 31 Dream Street, da Lisa Jewell.

O primeiro tem a marca registada da autora. Marian costuma escrever sobre mulheres de certa maneira perturbadas, os temas vão desde alcoolismo, violência doméstica, depressão e também drogas, que é o caso deste livro. Conta a história de Rachel e de como ela foi parar a uma clínica de tratamento, obrigada pelos pais. Ela acha que tudo aquilo é um mal-entendido, que ela está longe de ser viciada em drogas. Mas quando começa a conhecer melhor os seus companheiros de clínica e as suas histórias, começa a mudar, aos poucos de ideias.


O segundo livro foi uma agradável surpresa. Já tinha lido um livro da autora há uns anos atrás, que adorei. Este li em menos de uma semana. Foi uma experiência deliciosa. Conta a história de Toby, um homem de quase 40 anos, poeta frustrado, que vive numa casa enorme oferecida pelo seu pai, onde aluga 4 quartos a pessoas muito diferentes entre si. Leah, a vizinha da frente, sempre se mostrou muito interessada pelo que se passa na casa em frente. Quem são aquelas pessoas todas que moram juntas e que são tão diferentes umas das outras? E quem é o dono da casa, que mal sai de casa? Até que um dia, por um acontecimento inesperado, Toby conhece Leah e, um tempinho depois, lhe pede um enorme favor: ajudá-lo a ver-se livre dos seus companheiros de casa, fazer com que eles saiam de lá, que se arrumem na vida. 

O livro é muito, muito bom. Recomendo a toda a gente!


Quem estiver à procura de livro para ler, aqui estão duas sugestões. Prometo que não se vão arrepender!

Imagens: Google

sexta-feira, 16 de abril de 2010

O que acabei de ler: Lucy Sullivan is getting married


Há algum tempo atrás fiz um post sobre livros que li e que gostei muito, com a particularidade de serem em inglês. 

Gosto especialmente de autoras inglesas, escocesas e irlandesas, como a Meg Cabot, Marian Keys e Cecilia Ahern.

Acabei de ler há alguns dias um dos livros da Marian Keys, uma das minhas preferidas. Lucy Sullivan is getting married não é muito recente, é de 1996, mas só há pouco tempo comprei-o.

Assim como em quase todos os livros da autora (ainda não li todos), a personagem principal é uma mulher, que de certa maneira luta com problemas como a depressão, a violência doméstica, o alcoolismo, entre outros.

Lucy é uma mulher a caminho dos 30 que, como muitas das suas amigas, ainda não encontrou o homem ideal. Junto com as colegas de trabalho, decide ir a uma cartomante ler a sua sorte. O que é que o futuro lhe reserva? De acordo com a cartomante, um casamento para muito breve. Claro que ela se farta de rir, porque não há nenhuma chance disso acontecer em breve. Ela nem sequer namorado tem...

Mas quando começa a acontecer o que a cartomante disse às amigas, Lucy começa a ficar nervosa e a rever a sua vida...Será mesmo verdade que ela se casará em breve? E quem será o escolhido?

Eu gostei bastante do livro. Ele não é totalmente uma comédia romântica, está longe disso. Sem querer contar muito, Lucy passará por momentos bastante dramáticos, desde os problemas do pai aos seus desastres amorosos.

Se recomendo o livro? Com certeza! É uma leitura muito boa, quanto mais não seja para se aprender um pouco mais de inglês.

Nota: *** (3 em 5)

Curiosidade: O livro foi transformado em série de TV, de acordo com o IMDB. Teve no elenco o actor Gerard Butler.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O que acabei de ler: No mundo das histórias


Hoje venho fazer uma sugestão para quem adora ler como eu. Acabei de ler, na semana passada, o Último Voo do Flamingo de Mia Couto. Confesso que foi o primeiro (e até agora único) livro dele que li, e ainda bem que o fiz. A história é simples, não deixando de nos prender e nos fazer imaginar se os factos relatados não poderiam realmente ter acontecido. O que mais gostei na escrita de Mia Couto, pelo menos neste livro, foram as expressões e palavras por ele usadas (e que sabe até criadas). Grande parte destas expressões garantiram umas quantas gargalhadas. Adorei o facto de ser uma história passada em Moçambique, e de contar um pouco daquilo que realmente se passou neste país.
Aqui fica esta recomendação. Para quem nunca tenha lido este livro, não pensem duas vezes.
Joana =)